terça-feira, 20 de maio de 2014
Plano de aula:Água: uso consciente x desperdício
Água: uso consciente x desperdício
Ajude a turma a perceber o quanto a água é importante e como estamos desperdiçando este recurso indevidamente em casa ou na escola
Objetivos
- Levar a turma a compreender que a água é um recurso escasso no planeta e que o uso irresponsável desse recurso pode prejudicar a sobrevivência dos seres vivos.
Objetivos
- Levar a turma a compreender que a água é um recurso escasso no planeta e que o uso irresponsável desse recurso pode prejudicar a sobrevivência dos seres vivos.
Conteúdos
- Água: usos, economia e desperdício;
- Natureza e sociedade.
Tempo estimado
De três dias a uma semana
- Água: usos, economia e desperdício;
- Natureza e sociedade.
Tempo estimado
De três dias a uma semana
Anos
Pré-escola (4 e 5 anos)
Material necessário
Cartolina ou papel craft para a confecção de cartazes, copos plásticos pequenos, cola e recortes de jornais e revistas sobre economia e desperdício de água.
Introdução
É difícil encontrar uma criança que não goste de brincar com água, seja na piscina, no mar, no rio ou até no quintal de casa. Pode ser que algumas briguem para entrar no banho – mas só até elas perceberem que brincar dentro no chuveiro também pode ser uma delícia. Mas aí mora um grande problema: a água não é brinquedo e não pode ser desperdiçada. Cerca de 97% da água que existe no planeta é salgada. Do restante, 2% está congelada e somente 1% encontra-se disponível para nada menos que 7 bilhões de pessoas, população atual da Terra. O resultado desse cenário é que nem todo mundo tem acesso à água. Em regiões da África e do Oriente Médio, há quem não encontre água potável e tenha de recorrer à compra em locais distantes de onde moram.
Pré-escola (4 e 5 anos)
Material necessário
Cartolina ou papel craft para a confecção de cartazes, copos plásticos pequenos, cola e recortes de jornais e revistas sobre economia e desperdício de água.
Introdução
É difícil encontrar uma criança que não goste de brincar com água, seja na piscina, no mar, no rio ou até no quintal de casa. Pode ser que algumas briguem para entrar no banho – mas só até elas perceberem que brincar dentro no chuveiro também pode ser uma delícia. Mas aí mora um grande problema: a água não é brinquedo e não pode ser desperdiçada. Cerca de 97% da água que existe no planeta é salgada. Do restante, 2% está congelada e somente 1% encontra-se disponível para nada menos que 7 bilhões de pessoas, população atual da Terra. O resultado desse cenário é que nem todo mundo tem acesso à água. Em regiões da África e do Oriente Médio, há quem não encontre água potável e tenha de recorrer à compra em locais distantes de onde moram.
Por conta da Bacia Amazônica e do Pantanal, o Brasil conta com grandes reservas de água doce. Esse fato costuma provocar, no inconsciente coletivo, uma falsa impressão de que o recurso é inesgotável. E o povo brasileiro acaba figurando entre os que mais gastam e desperdiçam água no mundo. Infelizmente, muita gente ainda lava as calçadas com mangueiras que não controlam a saída de água – conduta que, em algumas cidades, como São Paulo, é proibida e passível de multa. Isso, sem contar os banhos demorados: 15 minutos com o chuveiro elétrico ligado consomem, em média, 45 litros de água.
A escassez de água ao redor do planeta indica que a preservação do recurso deve ser praticada e disseminada em todos os países, independentemente da reserva que possuem. Os próximos 50 anos serão decisivos, pois as projeções apontam que, nesse prazo, metade da população mundial conviverá com a falta de água caso nenhuma providência seja tomada. Portanto, hoje, mais do que nunca, toda criança deve aprender, desde cedo, a importância da preservação desse recurso natural indispensável à vida. Nesta sequência de atividades, o consumo consciente será abordado com base na observação da quantidade de água usada em casa e na escola.
Desenvolvimento
1ª etapa
Esse é o momento de mostrar às crianças a importância do tema. Pode-se propor, de início, a seguinte questão: “quais atividades domésticas vocês conhecem que precisam de água?” – independentemente de ser tratada, filtrada ou mineral. Conforme as sugestões surgirem, anote-as em cartazes de papel craft ou reserve algumas revistas para que as crianças procurem imagens das ações e colem nos cartazes. Provavelmente a lista conterá itens como lavagem de roupa, de louça e de mãos, banho e escovação de dentes. Como o uso doméstico não varia muito (ao menos em áreas urbanas), conversar sobre essas atividades ajudará a turma a perceber que as famílias utilizam a água de modo semelhante. Caso surja alguma colocação sobre o preparo de alimentos, pergunte às crianças quanto de água elas acham que se usa com essa finalidade. Esse dado poderá ser retomado na terceira aula da sequência.
2ª etapa
Depois de refletir sobre o consumo de água em casa, é importante que as crianças pensem e conversem também sobre o uso do recurso na escola. Para isso, reserve um momento da aula para levar a turma até uma pia de uso comum. Lá, peça que cada um lave as mãos com apenas 200 ml de água, medida correspondente a um copo de plástico de tamanho pequeno. Oriente-os a não desperdiçar, pois não será permitido emprestar a água de um colega, caso alguém fique sem. Ao final da atividade, pergunte a eles como foi a experiência. É fácil lavar as mãos com essa quantidade de água? Deu para retirar a espuma do sabonete? As mãos ficaram realmente limpas? Depois que os alunos fizerem suas colocações, conte a eles que, em muitos locais do mundo (inclusive do Brasil), essa é a quantidade de água disponível para uma semana inteira – e não apenas para lavar as mãos, mas para todas as ações cotidianas.
3ª etapaConvide as crianças a acompanhar a limpeza da escola e a produção de alimentos na cozinha para verificar a quantidade de água utilizada nessas ações (combine previamente com os funcionários de apoio o melhor momento para realizar a atividade). Em relação à limpeza, a quantificação do volume pode ser feita, por exemplo, a partir da contagem de baldes com água que foram usados – se possível, baldes cuja capacidade em litros seja conhecida. Já na cozinha, as crianças podem acompanhar o cozimento de alimentos como arroz e feijão e conhecer, com a ajuda da merendeira, a quantidade de água usada no processo. Ao voltar para a sala de aula, pergunte à turma se foram encontradas situações em que a água parecia ser desperdiçada. Se sim, quais foram essas situações? Questione ainda se as crianças viram algum exemplo de economia e de bom uso do recurso. A partir disso, você pode propor dois tipos de atividade:
Desenvolvimento
1ª etapa
Esse é o momento de mostrar às crianças a importância do tema. Pode-se propor, de início, a seguinte questão: “quais atividades domésticas vocês conhecem que precisam de água?” – independentemente de ser tratada, filtrada ou mineral. Conforme as sugestões surgirem, anote-as em cartazes de papel craft ou reserve algumas revistas para que as crianças procurem imagens das ações e colem nos cartazes. Provavelmente a lista conterá itens como lavagem de roupa, de louça e de mãos, banho e escovação de dentes. Como o uso doméstico não varia muito (ao menos em áreas urbanas), conversar sobre essas atividades ajudará a turma a perceber que as famílias utilizam a água de modo semelhante. Caso surja alguma colocação sobre o preparo de alimentos, pergunte às crianças quanto de água elas acham que se usa com essa finalidade. Esse dado poderá ser retomado na terceira aula da sequência.
2ª etapa
Depois de refletir sobre o consumo de água em casa, é importante que as crianças pensem e conversem também sobre o uso do recurso na escola. Para isso, reserve um momento da aula para levar a turma até uma pia de uso comum. Lá, peça que cada um lave as mãos com apenas 200 ml de água, medida correspondente a um copo de plástico de tamanho pequeno. Oriente-os a não desperdiçar, pois não será permitido emprestar a água de um colega, caso alguém fique sem. Ao final da atividade, pergunte a eles como foi a experiência. É fácil lavar as mãos com essa quantidade de água? Deu para retirar a espuma do sabonete? As mãos ficaram realmente limpas? Depois que os alunos fizerem suas colocações, conte a eles que, em muitos locais do mundo (inclusive do Brasil), essa é a quantidade de água disponível para uma semana inteira – e não apenas para lavar as mãos, mas para todas as ações cotidianas.
3ª etapaConvide as crianças a acompanhar a limpeza da escola e a produção de alimentos na cozinha para verificar a quantidade de água utilizada nessas ações (combine previamente com os funcionários de apoio o melhor momento para realizar a atividade). Em relação à limpeza, a quantificação do volume pode ser feita, por exemplo, a partir da contagem de baldes com água que foram usados – se possível, baldes cuja capacidade em litros seja conhecida. Já na cozinha, as crianças podem acompanhar o cozimento de alimentos como arroz e feijão e conhecer, com a ajuda da merendeira, a quantidade de água usada no processo. Ao voltar para a sala de aula, pergunte à turma se foram encontradas situações em que a água parecia ser desperdiçada. Se sim, quais foram essas situações? Questione ainda se as crianças viram algum exemplo de economia e de bom uso do recurso. A partir disso, você pode propor dois tipos de atividade:
- Pedir que a turma faça dois desenhos, um deles representando o desperdício e o outro mostrando como podemos economizar água.
- Distribuir imagens de jornais e revistas que mostrem desperdício e economia de água (as imagens devem estar misturadas) e pedir que as crianças separem o material em dois grupos, de acordo com o bom e o mau uso do recurso. Ao final da seleção, a turma pode colar as imagens em cartolinas separadas.
Avaliação
Verifique se a turma compreendeu que certas atividades humanas provocam o desperdício da água e que essa perda deve ser evitada. Você pode fazer essa verificação observando as falas de cada criança ao longo das conversas sobre o tema, analisando o material produzido na última aula e até mesmo acompanhando possíveis mudanças no comportamento dos pequenos em relação ao consumo de água, como fechar a torneira ao escovar os dentes, não deixar a água correr à toa ao lavar as mãos e corrigir uns aos outros caso presenciem algum tipo de desperdício.
- Distribuir imagens de jornais e revistas que mostrem desperdício e economia de água (as imagens devem estar misturadas) e pedir que as crianças separem o material em dois grupos, de acordo com o bom e o mau uso do recurso. Ao final da seleção, a turma pode colar as imagens em cartolinas separadas.
Avaliação
Verifique se a turma compreendeu que certas atividades humanas provocam o desperdício da água e que essa perda deve ser evitada. Você pode fazer essa verificação observando as falas de cada criança ao longo das conversas sobre o tema, analisando o material produzido na última aula e até mesmo acompanhando possíveis mudanças no comportamento dos pequenos em relação ao consumo de água, como fechar a torneira ao escovar os dentes, não deixar a água correr à toa ao lavar as mãos e corrigir uns aos outros caso presenciem algum tipo de desperdício.
Texto retirado do site: http://revistaescola.abril.com.br/creche-pre-escola/sequencia-atividades-agua-uso-consciente-x-desperdicio-679622.shtml acessada dia 20/05/2014 ás 19:37
Dinâmica: Cuidado com a cobra
Dinâmica: Cuidado com a cobra
Com esta brincadeira você pode:
*Treinar lateralidade
*Praticar direita e esquerda
*Criar interação entre o grupo
*Aprimorar a percepção motora
Para esta atividade você vai usar:
*Uma Corda
Brincando
1-O Líder pega uma corda e faz de conta que é cobrinha.
2-Faz movimentos sinuosos com ela no chão.
3-Os participantes têm de passar pela cobra
4-O Líder poderá dar ordens assim: todos á direita, todos á esquerda, agora só os meninos, agora são as meninas.
5-Depois podem fazer outras brincadeiras, como: pular, passar por baixo,por cima etc.
*Treinar lateralidade
*Praticar direita e esquerda
*Criar interação entre o grupo
*Aprimorar a percepção motora
Para esta atividade você vai usar:
*Uma Corda
Brincando
1-O Líder pega uma corda e faz de conta que é cobrinha.
2-Faz movimentos sinuosos com ela no chão.
3-Os participantes têm de passar pela cobra
sem
pisar4-O Líder poderá dar ordens assim: todos á direita, todos á esquerda, agora só os meninos, agora são as meninas.
5-Depois podem fazer outras brincadeiras, como: pular, passar por baixo,por cima etc.
Sugestão de Site: Jogos educativos
Sugestão de Site
Agora vou sugerir um site chamado Jogos Educativos onde têm vários jogos educativos, hoje irei sugerir 3:
Vamos fazer um jornal?
Vamos fazer um jornal?
Etapa 1- Vamos fazer um Jornal?
Convide a meninada a organizar um jornal sobre a escola. Pesquise e apresente exemplos de reportagens e outros gêneros presentes para repertoriar o grupo.
Etapa 2- Entrevista coletiva
Organize uma entrevista coletiva para realizar a primeira reportagem. Assim, todos começarão trabalhando juntos. Ajude-os a organizar as informações num texto só.
Etapa 3- Aperfeiçoar a escrita
Organize duplas ou trios e distribua as pautas. Terminados os textos, providencie a socialização e a revisão coletiva. O foco deve ser ortografia, coerência e coesão.
Etapa 4- Montar o Jornal
Selecione, com a ajuda das crianças, os textos mais relevantes. Monte uma publicação usando um programa editor de textos e apresente-a á comunidade enviando exemplares por e-mail e também afixando cópias impressas nos murais escolares.
Texto retirado da revista Nova Escola ano 29 número:270 de março de 2014 da Editora Abril.
Dinâmica: Corrida de Jarras
Dinâmica: Corrida de Jarras
Com esta brincadeira você pode:
*Desenvolver a lateralidade
*Treinar o equilíbrio
*Dar noções de trabalho em equipe
*Promover a interação entre o grupo
Para esta atividade você vai usar:
*Giz ou pincel para marcar o chão
* Duas jarras plásticas
*água
Brincando
1-Divida os participantes em dois grupos.
2-Cada grupo deve formar uma fila
3-Faça um risco no chão para ser a linha de partida e outro risco a 5 metros de distância para mostrar até onde o participante deverá ir e depois voltar.
4-Cada grupo recebe uma jarra plástica com água dentro.
5-O primeiro de cada fila deverá correr com a jarra na mão até o ponto indicado e voltar,
6-O Grupo que terminar primeiro será o vencedor.
*Desenvolver a lateralidade
*Treinar o equilíbrio
*Dar noções de trabalho em equipe
*Promover a interação entre o grupo
Para esta atividade você vai usar:
*Giz ou pincel para marcar o chão
* Duas jarras plásticas
*água
Brincando
1-Divida os participantes em dois grupos.
2-Cada grupo deve formar uma fila
3-Faça um risco no chão para ser a linha de partida e outro risco a 5 metros de distância para mostrar até onde o participante deverá ir e depois voltar.
4-Cada grupo recebe uma jarra plástica com água dentro.
5-O primeiro de cada fila deverá correr com a jarra na mão até o ponto indicado e voltar,
sem
derramar a água. Entrega a jarra ao próximo da fila, que fará o mesmo6-O Grupo que terminar primeiro será o vencedor.
Fábula: O Lobo e o Leão
Fábula: O Lobo e o Leão
O Lobo e o Leão
Autor: Esopo [1]
Para o Injusto, a Justiça só Existe para Si...
O que se consegue fácil, se perde fácil
Um Lobo, que acabara de roubar uma ovelha, depois de refletir por um instante, chegou à conclusão, que o melhor seria levá-la para longe do curral, para que enfim, fosse capaz de servir-se daquela merecida refeição,
sem
o indesejado risco de ser interrompido por alguém.
No entanto, contrariando a sua vontade, seus planos bruscamente mudaram de rumo, quando, no caminho, ele cruzou com um poderoso Leão, que sem muita conversa, de um só bote, lhe tomou a ovelha.
O Lobo, contrariado, mas sempre mantendo uma distância segura do seu oponente, disse em tom injuriado, com uma certa dose de ironia: "Você não tem o direito de tomar para si aquilo que por direito me pertence!"
O Leão, sentindo-se um tanto ultrajado pela audácia do seu concorrente, olhou em volta, mas, como o Lobo estava longe demais, e não valia a pena o inconveniente de persegui-lo apenas para lhe dar uma merecida lição, disse com desprezo: "Como pertence a você? Você por acaso a comprou, ou por acaso, terá o pastor lhe dado como presente? Por favor, me diga, como você a conseguiu?"
Moral da História:
Aquilo que se consegue pelo mau, pelo mau se perde.
Aquilo que se consegue pelo mau, pelo mau se perde.
Moral da História 2:
Um aparente benefício que se obtem sem crédito, logo se tornará débito.
Um aparente benefício que se obtem sem crédito, logo se tornará débito.
Sugestão de Filme: Corrente do bem
Vou sugerir mais um filme educativo chamado: Corrente do bem.
Autor:Catherine Ryan Hyde
Sinopse: Eugene Simonet (Kevin Spacey), um
Trailer:https://www.youtube.com/watch?v=NUtlhJlgKTw
Autor:Catherine Ryan Hyde
Sinopse: Eugene Simonet (Kevin Spacey), um
professor
de Estudos Sociais, faz um desafio aos seus alunos em uma de suas aulas: que eles criem algo que possa mudar o mundo. Trevor McKinney (Haley Joel Osment), um de seus alunos e incentivado pelo desafio do professor, cria um novo jogo, chamado "pay it forward", em que a cada favor que recebe você retribui a três outras pessoas. Surpreendentemente, a idéia funciona, ajudando o próprio Eugene a se desvencilhar de segredos do passado e também a mãe de Trevor, Arlene (Helen Hunt), a encontrar um novo sentido em sua vida. Trailer:https://www.youtube.com/watch?v=NUtlhJlgKTw
Novo ano, novas ações
Novo ano, novas ações
Consultores e leitores indicam as práticas a serem alteradas para aprimorar o trabalho docente
O desejo de mudança faz parte da natureza humana. Com um novo ano, vem a cobrançainterna e externa por novas atitudes. Mas antes de fazer a lista de promessas pense bem. Você já parou para refletir sobre sua atuação? Que estratégias pretende deixar de fora este ano? "O
Esse pensar não precisa ser solitário e deve estar sempre conectado ao contexto e aos objetivos da escola como um todo. A opinião de colegas e a orientação da equipe gestoraajudam a analisar as questões críticas sob diferentes perspectivas. "É necessário haver estímulo constante na própria escola para isso. A reflexão evita que você caia em mecanicismos. O Horário de Trabalho Pedagógico Coletivo (HTPC) é um dos momentos para fazer isso de forma qualificada e buscar soluções", diz Bernardete Gatti, pesquisadora consultora da Fundação Carlos Chagas (FCC).
Como estímulo a essa reflexão, NOVA ESCOLA promoveu uma enquete sobre quais práticas os professores decidiram abandonar em 2014. Durante dezembro e janeiro, leitores de todo o Brasil enviaram comentários para o site e a página do Facebook da revista. As mensagens recebidas foram divididas em cinco temas: avaliação, formação, planejamento, gestão de sala e relacionamento com as famílias. Abaixo e na página seguinte, você confere as principais sugestões enviadas e os comentários de especialistas em cada área.
professor
reflexivo é sujeito do trabalho que realiza. O docente que age irrefletidamente ou fica submetido a modismos vai ser apenas um executor", afirma Celina Fernandes, consultora para a área de linguagem. O exercício permanente de avaliação da prática acende o sinal de alerta sobre o que precisa ser modificado. Esse pensar não precisa ser solitário e deve estar sempre conectado ao contexto e aos objetivos da escola como um todo. A opinião de colegas e a orientação da equipe gestoraajudam a analisar as questões críticas sob diferentes perspectivas. "É necessário haver estímulo constante na própria escola para isso. A reflexão evita que você caia em mecanicismos. O Horário de Trabalho Pedagógico Coletivo (HTPC) é um dos momentos para fazer isso de forma qualificada e buscar soluções", diz Bernardete Gatti, pesquisadora consultora da Fundação Carlos Chagas (FCC).
Como estímulo a essa reflexão, NOVA ESCOLA promoveu uma enquete sobre quais práticas os professores decidiram abandonar em 2014. Durante dezembro e janeiro, leitores de todo o Brasil enviaram comentários para o site e a página do Facebook da revista. As mensagens recebidas foram divididas em cinco temas: avaliação, formação, planejamento, gestão de sala e relacionamento com as famílias. Abaixo e na página seguinte, você confere as principais sugestões enviadas e os comentários de especialistas em cada área.
Avaliação
As escolas têm de analisar as finalidades da avaliação e evitar que se fortaleça a visão deprocessos classificatórios e seletivos. "O ideal é que ela seja uma atividade inerente ao processo de ensino e aprendizagem e permita investigar o estágio de desenvolvimento do aluno para ajudá-lo a avançar", diz Sandra Zákia Sousa, da Universidade de São Paulo (USP).
As escolas têm de analisar as finalidades da avaliação e evitar que se fortaleça a visão deprocessos classificatórios e seletivos. "O ideal é que ela seja uma atividade inerente ao processo de ensino e aprendizagem e permita investigar o estágio de desenvolvimento do aluno para ajudá-lo a avançar", diz Sandra Zákia Sousa, da Universidade de São Paulo (USP).
O que abandonar
|
O que fazer
|
| Fazer exames sem explicitar os critérios e os objetivos. | Deixar claro para a turma o que se espera em cada atividade avaliativa. |
| Usar a avaliação para punir o aluno. | Colocar a prova a serviço da aprendizagem. |
| Realizar apenas provas. | Avaliar ao longo das aulas, com diversas atividades. |
| Expor e ridicularizar quem tira notas baixas. | Buscar entender os motivos que levam a um mau resultado. |
"Devemos deixar de lado a avaliação que só prejudica. Ela deve ser diária e constante."
Cristina Macke, professora
Cristina Macke, professora
Formação
A graduação costuma ser genérica e, em muitos casos, não fornece nenhuma compreensão aprofundada do sistema escolar e de suas práticas. "A formação continuadapode ajudar o iniciante a superar os desafios de ingresso na carreira e servir de estímulo ou como atualização para aqueles com mais tempo de profissão", avalia Bernardete Gatti, da FCC.
A graduação costuma ser genérica e, em muitos casos, não fornece nenhuma compreensão aprofundada do sistema escolar e de suas práticas. "A formação continuadapode ajudar o iniciante a superar os desafios de ingresso na carreira e servir de estímulo ou como atualização para aqueles com mais tempo de profissão", avalia Bernardete Gatti, da FCC.
O que abandonar
|
O que fazer
|
| Ignorar o que se aprende nas formações. | Refletir sobre os aprendizados obtidos e colocar em prática o que vale a pena. |
| Contentar-se com os conhecimentos obtidos durante a graduação ou a experiência profissional. | Buscar formação continuada para aperfeiçoar constantemente a prática docente. |
| Desconhecer as orientações curriculares da rede. | Conhecer os direitos de aprendizagem e outros documentos importantes para definir os conteúdos. |
| Fazer cursos descolados da realidade da escola em que atua. | Buscar cursos que façam sentido para sua carreira e para o local em que trabalha. |
"Só em 2013, conheci os Direitos de Aprendizagem e passei a fazer um trabalho mais pautado em resultados."
Waydja Cavalcanti, professora
Waydja Cavalcanti, professora
Texto retirado do site Nova Escola da Editora Abril
http://revistaescola.abril.com.br/formacao/novo-ano-novas-acoes-praticas-docente-782873.shtml acessada as 15:27 do dia 19/05/2014
Fábula: O Pastor e o Leão
Fábula:O Pastor e o Leão
O Pastor e o Leão
Autor: Esopo [1]Por Vezes o Remédio é Pior que a Doença...
O Pastor e o Leão
Quando se procura às cegas, podemos encontrar qualquer coisa...
Certo dia, ao contar suas Ovelhas, um Pastor chegou à conclusão que algumas estavam faltando.
Muito bravo, aos gritos, cheio de presunção e arrogância, disse que gostaria de pegar o responsávelpor aquilo e puni-lo com suas próprias mãos, da forma merecida.
Suspeitava de um Lobo que vira afastar-se em direção à uma região rochosa entre as colinas, onde existiam cavernas infestadas deles.
Mas, antes de ir até lá, fez uma promessa aos deuses, dizendo que lhes daria em sacrifício, a mais gorda e bela das suas Ovelhas, se estes lhes ajudassem a encontrar o ladrão.
Após procurar em vão,
sem
encontrar, nenhum Lobo, quando passava diante de uma grandecaverna ao pé da montanha, um enorme Leão, saindo de dentro, põe-se à sua frente, carregando na boca uma de suas Ovelhas. Cheio de pavor o Pastor cai de joelhos e suplica aos deuses:"Piedade, bondosos deuses, os homens não sabem o que falam! Para encontrar o ladrão ofereci em sacrifício a mais gorda das minhas ovelhas. Agora, prometo-lhe o maior e mais belo Touro, desde que faça com que o ladrão vá embora para longe de mim!"
Moral da História:
Se não temos certeza dos desdobramentos de uma ação, o mais sensato é deixá-la de lado.
Moral da História 2:
O sábio não resolve um problema criando outros tantos.
Sugestão de Site: Nova Escola
Hoje vou sugerir para vocês um site chamado Nova Escola da Editora Abril é cheio de projetos lindos e textos também.
Site: Novaescola.org.br
Site: Novaescola.org.br
Dinâmica: Viagem dos pombos
Com esta brincadeira você pode:
*Criar interação entre o grupo
*Desenvolver a percepção auditiva
*Reconhecer códigos na linguagem
*Dar Noções de direita e esquerda
Brincando
1-Os participantes sentam-se em círculo.
2-Cada um imagina que é um pombo ou uma pomba.
3-Da direita para esquerda, um de cada vez, deve dizer: "Vou viajar e levo no meu bico..." e escolhe um objeto qualquer. Se o nome do objeto escolhido começar com a mesma letra do primeiro nome da criança, o líder que pode levá-lo. Se não, o líder diz que não pode.
4-A Brincadeira segue até que todos descubram o segredo.
*Criar interação entre o grupo
*Desenvolver a percepção auditiva
*Reconhecer códigos na linguagem
*Dar Noções de direita e esquerda
Brincando
1-Os participantes sentam-se em círculo.
2-Cada um imagina que é um pombo ou uma pomba.
3-Da direita para esquerda, um de cada vez, deve dizer: "Vou viajar e levo no meu bico..." e escolhe um objeto qualquer. Se o nome do objeto escolhido começar com a mesma letra do primeiro nome da criança, o líder que pode levá-lo. Se não, o líder diz que não pode.
4-A Brincadeira segue até que todos descubram o segredo.
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